Como acabei escrevendo um livro.

Como acabei escrevendo um livro.

Ao que eu me lembre, históricamente sempre foi difícil encontrar informação estruturada sobre serigrafia.
Por conta disso, acabei dando aulas e escrevendo apostilas para o acompanhamento dos cursos. Mas, uma apostila só faz sentido nesse acompanhamento, não dá pra chamar de "estruturada" enquanto informação.

Hoje temos (muita) informação, mas de maneira geral também não dá pra chamar "estruturada": são quase atividades de atelier, porém ocorrendo em ambiente virtual. Um treinamento é viável nesta configuração, mas não dá pra chamar de "educação", porque esta requer a estruturação - permitindo que a informação convertida em conhecimento habilite a atividade em diferentes contextos.

Eu sei que hoje em dia, as pessoas não tem a paciência, ou em geral a disciplina,  para chegar até a metade da segunda página de um texto. Na defesa do conceito do livro, digo que a leitura permite ao usuário voltar linhas ou páginas quando não estiver compreendendo o que é apresentado - o que é completamente oposto à linearidade de um vídeo, onde os conceitos apresentados não compreendidos ficarão para trás e estas dúvidas se arriscam a não terem resposta.

Segue a história.